Ed. 20 | 31 de julho de 2017

CEIVAP investe R$ 9 milhões em PSA Hídrico

Programas estão sendo executados
em 13 municípios da bacia do Paraíba do Sul

Área de implantação do projeto de PSA Hidrico em Resende/RJ

O Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (CEIVAP), através de seu Plano de Aplicação Plurianual (PAP), destinou R$ 9 milhões, oriundos da cobrança pelo uso da água na bacia, para serem aplicados no programa de Pagamento por Serviços Ambientais com foco em Recursos Hídricos (PSA Hídrico).

O PSA Hídrico está contemplado no PAP como uma das ações prioritárias do Comitê, com o intuito de promover o incentivo à política de proteção de mananciais e sustentabilidade no uso do solo, priorizando a execução de práticas de conservação e restauração florestal para a proteção dos recursos hídricos na bacia do Paraíba do Sul.

Os projetos de PSA já estão em andamento em 13 municípios da bacia do Paraíba. Os projetos selecionados visam a restauração florestal de até 420 ha de áreas degradadas na bacia e a conservação florestal de até 350 ha de áreas de florestas, com o pagamento aos provedores dos serviços ambientais. Há cerca de 140 propriedades rurais distribuídas entre os 13 municípios conveniados ao programa.

A Geoambiente foi a empresa contratada para gerenciar os projetos de PSA. A Crescente Fértil é a responsável pela execução no munícipio de Resende/RJ; a Redeh, de Petrópolis/RJ; a Azevedo Consultoria, em Barra Mansa/RJ; a Vale Verde, em Guaratinguetá/SP; a Innatus nas cidades de Areal/RJ, Paraíba do Sul/RJ e Paty do Alferes/RJ; a Acomad nos municípios de Rio Pomba/MG, Muriaé/MG e São Sebastião da Vargem Alegre/MG; a Ecoanzol, em Carapebus/RJ; e a Prefeitura Municipal de São José dos Campos/SP, na própria cidade. Os projetos na cidade de Resende e em Petrópolis são os mais avançados, e com previsão para serem concluídos ainda este ano.

No município de Resende, o projeto consiste na recuperação da bacia do rio Sesmarias. Segundo a assessoria técnica da ONG Crescente Fértil, representada por Matheus Ambrósio, estão sendo feitas ações de restauração e recuperação florestal, incluindo o pagamento por serviços ambientais aos proprietários selecionados para participar. “A meta do projeto era a restauração de 20 hectares e a conservação de 40 hectares de florestas; até o momento já foi feito o plantio de 30 mil mudas, a parte de conservação está concluída, com pendência em apenas um cercamento de área”.

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